Foto: "St. John’s, em Londres",
Blogue Cinco Quartos de Laranja
.

 

Estou completamente encantado com este blogue. Que mais posso dizer?

Cinco Quartos
de Laranja

 



 

No próximo dia 13 de Março (Sábado), A NutriScience vai organizar a conferência Nutrição, Epigenética, Gravidez e Pós-Parto dada pelo Professor Doutor Frits Muskiet da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade de Gronningen, e que decorrerá no Grande Auditório do Instituto Superior de Ciências da Saúde Egas Moniz, das 9:30 às 13:30. Veja todos os detalhes do evento clicando aqui. Para mais informações, visite www.nutriscience.pt.
 

PROGRAMA:

09:30-11:00 – Fundamentos de Epigenética e Programação Metabólica
11:00-11:30 – Healthy Snack
11:30-13:00 –
Ácidos Gordos Essenciais na Saúde, Gravidez e Pós-Parto 
13:00-13:30 –
Debate

 

PALESTRANTE: 

Professor Dr. Frits Muskiet 
 
Doutorado em Física (Groningen State University, Holanda)
Mestre em Bioquímica (Groningen State University, Holanda)
Licenciado em Química (Groningen State University, Holanda)
Professor catedrático de “Análises Clínicas” do “Groningen Research Institute of Pharmacy”(Groningen State University, Holanda)
Professor catedrático de “Fisiopatologia” da Faculdade de Ciências Médicas do “University Medical Center Groningen” (Holanda)
Membro do Comité Científico do “Vitamin Information Bureau”
Membro da “International Society for the study of fatty acids and lipids”; “Royal Society of Physics”; “Dutch Federation of Clinical Chemists”; “Dutch Cancer Society” e “Dutch Atherosclerosis Society”
Membro do Conselho Editorial da revista científica “Prostaglandins, Leukotrienes and Essential Fatty Acids
Mundialmente reconhecido como especialista em Nutrição, Programação Metabólica, Epigenética, Medicina Evolucionista e Análises Clínicas.
 
 

RAZÕES PARA ASSISTIR:

1. Aborda temas de vanguarda e de grande actualidade científica, com enorme impacto na saúde humana (ex: Influências epigenéticas da Nutrição em algumas doenças da civilização; Impacto da Nutrição Pré e intra-Natal na futura saúde neuro-psiquiátrica do feto; O papel das gorduras dietéticas na Gravidez e no Pós-Parto; Importância da amamentação no desenvolvimento neurológico; Composição de ácidos gordos do leite materno em diversas populações; Papel dos Ácidos Gordos da família Ómega 3 em Pediatria; Avaliação nutricional de populações africanas primitivas; Vitamina D; etc.)

2. O palestrante é um investigador de renome mundial com inúmeros trabalhos publicados nas melhores revistas científicas (Acta Paediatrica; Advances in Experimental Medicine and Biology; American Journal of Clinical Nutrition; American Journal of Hematology; American Journal of Human Biology; American Journal of Reproductive Immunology; Analytical Biochemistry; Annals of Hematology; Annals of Human Biology; Annals of Nutrition & Metabolism; Annals of the Rheumatic Diseases; Archives of Disease in Childhood; Arthritis and Rheumatism; The Biochemical Journal; Biochimica et Biophysica Acta; British Journal of Nutrition; British journal of obstetrics and gynaecology; Cancer Detection and Prevention; Chemosphere; Clinical Cancer Research; Clinical Chemistry; Clinica Chimica Acta; Diabetologia; Early Human Development; European Journal of Cancer; European Journal of Clinical Nutrition; European Journal of Paediatrics; Experimental Neurology; Haematologica; International Journal of Cancer; Journal of the American College of Nutrition; Journal of Chromatography; Journal of Clinical Endocrinology and Metabolism; Journal of the National Cancer Institute; Journal of Neurochemistry; Journal of Nutrition; The Journal of Nutritional Biochemistry; Journal of Paediatric Hematology/Oncology; Journal of Paediatric Gastroenterology and Nutrition; Journal of Perinatal Medicine; Journal of Proteome Research; Lipids; Metabolism; New England Journal of Medicine; Paediatric Research; Progress in Neuro-Psychopharmacology and Biological Psychiatry; Prostaglandins, Leukotrienes and Essential Fatty Acids) e tem o seu trabalho reconhecido pela comunidade médica e científica.

3. Pode dar ferramentas essenciais para os Profissionais de Saúde, em especial àqueles que trabalham na área da gravidez e pós-parto.



Vídeo: John Durant, The Colbert Report.

John Durant (The Colbert Report)
John Durant eats like a caveman because our genes are best adapted to a hunter-gatherer diet. (06:19)

Veja também o artigo do NEW YORK TIMES:

The New Age Cavemen and the City
The New Cavemen Lifestyle Has Found a Home in the City - NYTimes.com



06 de Fevereiro, 2010

Canibais e Reis: já estamos no TWITTER!

Autor: O Primitivo. Categoria: Civilização

Já estamos no TWITTER!

 



Vídeo: The Handling of the H1N1 Pandemic:
More Transparency Needed! (selected parts).

Winter session: 25-29 January 2010 WHO challenged at public hearing on the handling of the Swine Flu pandemic

Extracts of statements by main speakers
Statement by Dr Wolfgang Wodarg
Statement by Dr Keiji Fukuda, World Health Organisation
Statement by Dr Luc Hessel, European Vaccine Manufacturers
Statement by Prof. Dr. Ulrich Keil
Biographies of participants
Video of the hearing
Video of the press conference
Motion by Mr Wodarg and others
Announcement of hearing

 

O vídeo acima, que vale a pena ver integralmente para entender como se montou a falsa pandemia de gripe A, contém uma selecção dos momentos, a meu ver, mais representativos da audição pública da Comissão de Saúde da Assembleia Parlamentar do Concelho da Europa, “The handling of the H1N1 pandemic: more transparency needed?”, realizada em 26/Jan/2010. Nesta sessão ficou claro, por inacreditável que possa ser, que não existe uma definição clara e inequívoca de pandemia. Ora, uma definição a que falte clareza e objectividade é conveniente a quem a queira manipular e daí extrair vantagens. É sabido que a OMS alterou a sua definição este ano, propositadamente para que pudesse declarar pandemia a 11/Jun/2009, um anúncio muito esperado pelas companhias farmacêuticas. E o Dr. Keiji Fukuda mostrou-se incapaz de defender a utilidade de uma definição de pandemia que passou a ignorar os critérios de severidade e virulência, antes escudando-se na nova definição, cuja autoria atribui a consultores cujas identidades, por supostas razões de privacidade, não podem ser conhecidas. Felizmente o discurso do Prof. Dr. Ulrich Keil é completamente esclarecedor, pelo que nem vale a pena estar a dizer muito mais. Eu pergunto-me somente se estas pessoas, que ainda acreditam que a pandemia de H1N1 (1918) poderia repetir-se hoje (excepto o Dr. Keil),  alguma vez acreditariam, por exemplo, que níveis de colesterol em alta podem ser protectores contra doenças infecciosas e também níveis de vitamina D podem proteger contra muitas doenças da civilização, incluindo a gripe A. Não acredito de todo, até porque o próprio Prof. Dr. Ulrich Keil está a dizer que o colesterol é um dos grandes factores de risco para a saúde no mundo. Enfim, seguramente ninguém tem a verdade de todos os factos. Os textos integrais das várias intervenções podem ser obtidos acima. Vamos ver qual o resultado de mais esta comissão, a ver se consegue concluir alguma coisa.



Vídeo: Tutela cancela dois milhões de vacinas contra a Gripe A

 

"Ainda fomos a tempo", vamos acreditar nisto

A RTP, televisão do Estado, por sinal bastante alinhada com este Governo, explica-nos que "o Ministério da Saúde ainda foi a tempo de cancelar dois milhões de doses de vacinas contra a Gripe A H1N1, uma quantidade que corresponde a cerca de 30 por cento da encomenda de seis milhões realizada antes do Verão de 2009". O mais extraordinário é dizer-se "ainda foi a tempo", como se nós acreditássemos que isso nos terá proporcionado qualquer espécie de vantagem num processo negocial em que, à partida, estamos necessariamente em desvantagem frente ao lóbie vacineiro, que como até já se tornou público, inclusivamente estabelece nos seus Contratos o que os Governos podem ou não dizer às populações. Ou seja e para que não restem dúvidas, quem dá as ordens e domina o andamento do processo são as farmacêuticas. Também o jornal O Público parece estar em defesa da actuação deste Ministério pois noticiou que o "Governo poupa 15 milhões de euros em vacinas contra a gripe A". Ora, ninguém poupou nada, isto foi apenas um completo esbanjamento de dinheiros públicos. E em todo este processo nunca houve a sensatez, por parte da comunidade científica, de se debater e questionar abertamente a utilidade desta campanha inédita. Aliás, as televisões foram as primeiras a deixarem-se levar no folclore das vacinações oficiais, como se isso demonstrasse ou provasse alguma coisa. Nunca vi, por exemplo, ser questionada a segurança do esqualeno das vacinas Pandemrix, adjuvante sobre o qual recaem dúvidas legítimas de nocividade para humanos. Nem sequer de averiguar qual a razão desta ser a primeira e única vacina gripal ministrada em 2 doses, pois mais nenhuma outra o é nem nunca foi. Há sempre a desculpa para dizermos que a OMS aprovou e informou que era assim, e como a OMS é uma organização cientificamente rigorosa e absolutamente transparente, que por acaso até nem alterou a definição de pandemia propositadamente para precipitar este cenário mega-vacinatório, nós acreditámos cegamente e vai daí vamos vacinar 30% da população nacional. Mesmo tratando-se de uma vacina com ingredientes novos e praticamente sem ensaios clínicos, certamente sem qualquer validação a longo prazo, realizados à pressa e com quantidades diminutas de participantes. Foram ensaios mais só para "fingir" porque os "especialistas" SABEM que todas as vacinas funcionam sempre, apesar de se levantarem actualmente questões sobre as vacinas, conforme se pode ler, por exemplo, no artigo do Der Spiegel e no artigo do The Atlantic. E não adianta dizer agora que, como já foram vacinados não sei quantos milhões em todo o mundo, isso já é um óptimo ensaio, porque não é só em 3 ou 6 meses que aparecem as doenças auto-imunes, os transtornos neurológicos e os cancros. São necessárias observações de longo prazo, com anos de duração. Dizem agora que não seria ético fazer esses ensaios, pois é claro que as vacinas são sempre melhores que o contarmos apenas com o nosso sistema imunitário. Os próximos anos o confirmarão, ou desdirão. E isto bastou para realizar o negócio de encomenda de 6 milhões de doses, a 7.5 euros/dose, aliás tão bem programado que até hoje apenas se vacinaram 500 mil indivíduos (incluindo os titulares de cargos políticos, e que imensa falta nos fariam), e agora 2 milhões de doses já foram canceladas e está-se em mais negociações para cancelar outro milhão. O problema é que já foram recebidas 1.6 milhões de doses da encomenda inicial, pelo que supostamente falta ainda receber, pelo menos, mais 1.4 milhões de doses completamente inúteis, que obviamente ficarão perdidas num qualquer armazém, porque já ninguém se vai vacinar contra uma ameaça virtual, pois não? Eu aposto que, daqui a mais 2 semanas, já nem se ouvirá falar de gripe A em Portugal. E no final deste ano 2010, em Outubro, após este vírus ter tido eventuais mutações, será que os milhões de vacinas terão alguma utilidade? Por agora, está tudo visto, é desmontar o "circo" e partir para o próximo negócio, com outro qualquer susto que se consiga arranjar em 2011 ou 2012.

 

Vídeo: Governo mantém apelo à vacinação contra a gripe A

Onda de mortalidade não se confirmou

Diziam os especialistas da OMS e portugueses que em Portugal a gripe A poderia fazer até 75 mil mortos caso a pandemia se verificasse. Ora, insiste ainda a OMS que aconteceu uma pandemia mas o certo é que ninguém viu essa onda de mortalidade pré-anunciada e reiterada pelos especialistas, pois em todo o mundo verificaram-se somente 14 mil mortes, algo diminuto face às usuais 500 mil por gripe sazonal. Neste ponto certamente discordarão de mim, dizendo que uma pandemia só depende da dispersão geográfica. Mas não pode depender unicamente disso, é igualmente indissociável de um critério de gravidade e virulência, pois pandemias têm necessariamente um carácter infrequente, não acontecem anualmente como a gripe sazonal. Porque senão a OMS também tinha de decretar pandemias todos os meses, no início de todos os Invernos de todos os países do mundo. Não faria sentido algum, pois não? Mas com a actual definição terá de fazer isso, e começou mesmo com esta gripe A. A informação disponibilizada pelo Ministério da Saúde é muito escassa, aliás num cenário de falsa pandemia conseguida à custa de critérios dúbios e manipulados à última da hora, apesar de alguns especialistas quererem fazer crer o contrário, não interessa nada estar a aprofundar este tipo de estatísticas, porque isso só adensaria a desconfiança da população que, digamos em abono da verdade, já não continuará igual após este episódio "pandémico". Basta reparar nos comentários que o povo, supostamente ignorante e sem formação científica, onde eu também me incluo, pois claro, tem deixado nas notícias d’O Público sobre a gripe A. Evidenciadores de que, por mais que a imprensa se deixe manipular e o Governo nos tente enganar, não acreditamos que isto não passou de um óptimo negócio para alguns, às custas do erário público de todos. Mas falando de mortalidade, já foi falado que "até hoje morreram 98 portugueses infectados, mais de 30 eram doentes de risco que recusaram a vacinação". E será que morreram mesmo por causa dessa recusa? Altamente improvável, tendo em conta a fraca redução de risco de morte por tomar a vacina. E também a evidência de que só 1 em cada 2 mil pessoas infectadas pelo H1N1 em Portugal acabou por morrer. E ainda pelo facto de que as pessoas não morrer com a gripe, mas sim devido a complicações que terminam em pneumonias fatais. Mas qual terá sido ao certo esta redução?

Vamos aqui realizar uma conta básica de Evidência Baseada na Medicina (EBM), um conceito que causa sempre alguma fricção às ideias feitas de alguns médicos, para tentar estimar este valor de forma muito conservativa. Vamos assumir que o universo de indivíduos em risco para a gripe A, ao invés dos 30% que o Ministério diz, é até bem menor, por exemplo apenas 10% da população de 10.627.250, ou seja, 1.062.725 pessoas, sendo que destas 500 mil foram já vacinadas. Ou seja, restaram 562.725 indivíduos de alto risco em Portugal, sem vacinação e à mercê da perigosíssima gripe A. Destes, terão alegadamente morrido 104 com (embora não necessariamente por) gripe A H1N1 num período de 3 meses. Portanto, o risco de morte com gripe A no inverno em Portugal, nos indivíduos de risco não-vacinados foi somente 0.0001848 (=104/562.725). Verdadeiramente ínfimo, não lhe parece? (Nas "pessoas saudáveis", se é que existem, este risco será necessariamente inferior). Admitamos também que as vacinas são fantásticas, com eficácia 100% no evitamento da morte pelo vírus, pelo que o risco de morte em indivíduos de risco vacinados terá sido nulo. Por outras palavras, nenhuma das fatalidades se verificou em indivíduos previamente vacinados. A diferença entre estes dois níveis de risco designa-se Redução de Risco Absoluta, e foi portanto apenas de 0.0001848, ou de forma equivalente 1 em 5411. Este denominador é o que em EBM se designa por Número Necessário Tratar, e representará aqui o número mínimo de pessoas a vacinar para, em média, evitar/adiar uma morte de uma pessoa que contrai a gripe A. Note-se que disse que é o "mínimo", porque, devido ao carácter conservativo da estimativa, é provável que seja substancialmente superior, talvez 10 ou 15 mil, ninguém sabe. Mas o fundamental a reter é que o que estes "especialistas" estão a querer transmitir com esta campanha de vacinação é que, para evitar apenas 1 morte por gripe A, faz muito sentido vacinar 5411 ou muitas mais pessoas, gastando com isso, se o custo de cada vacina for 7.5 euros (6 milhões de doses / 45 milhões de euros), cerca de 40.600 euros. Ora, não há obviamente sistema de saúde algum no mundo sustentável quando se defende este gasto desproporcionado e exorbitante. Naturalmente que há milhares de outras prioridades na saúde que se sobrepõem, muitas mortes podem igualmente ser evitadas/adiadas com intervenções 10 ou 100 vezes menos custosas, e sabemos que no mundo há muitas comunidades pobres que poderiam ser salvas com poucos euros por mês. Convém ter presente o que agora o próprio instituto Ricardo Jorge vem dizer, que o acréscimo de mortalidade em Portugal, pela gripe sazonal em 2008/2009, terá rondado os 1960 óbitos e que não há, actualmente (05/Fev/2010), qualquer impacto na taxa de mortalidade, que neste momento é baixíssima.


 

Por tudo acima exposto, não é preciso ser nenhum especialista para entender que esta colossal alocação de meios para a gripe A foi um completo logro, que não deveria ter sido levada tão longe e mantida durante tantos meses, e que nenhum país moderno e democrático se deveria ter deixado sujeitar, como assistimos, aos jogos de interesses das grandes companhias farmacêuticas.



Audição pública resultante da moção do Dr. Wolfgang Wodgard, incluindo vídeos da audição e da conferência de imprensa, disponível aqui. Sobre esta audição, leia-se o artigo do Huffington Post Swine Flu Didn’t Fly. Afinal parece que todos nós, daqui a mais umas décadas, vamos poder contar aos mais novos como sobrevivemos à terrível pandemia de 2009/2010.

Extracts of statements made by the leading participants at a public hearing of the Committee on Social, Health and Family Affairs of the Parliamentary Assembly of the Council of Europe (PACE) in Strasbourg on Tuesday 26 January 2010

 

Paul Flynn (United Kingdom, SOC), appointed to prepare a PACE report on this subject, for possible debate in June 2010:

The world has been frightened by a serious of health scares – SARS, Avian ‘Flu and now Swine ‘Flu. We now know, in hindsight, that the fears that were aroused do not appear to be justified. So we want to know how decisions on pandemics are taken – are they taken on the best scientific, epidemiological evidence, or are they influenced by other interests? That is the basis of this complaint. With H1N1, did the WHO, once again, frighten the world without any substantial evidence?

 

Dr Wolfgang Wodarg, medical expert specialising in epidemiology and former Chair of the PACE Sub-committee on Health:

We were told this was a ‘flu which would threaten humanity, and millions would fall ill. This is why millions of dollars of medications were bought. The WHO basically held the trigger for the pandemic preparedness plans, they had a key role to play in deciding on the pandemic. Around 18 billion dollars was spent on this pandemic worldwide.

The definition of a pandemic was changed by the WHO last May. It was only this change of definition which made it possible to transform a run-of-the-mill ‘flu into a worldwide pandemic – and made it possible for the pharmaceutical industry to transform this opportunity into cash, under contracts which were mainly secret.

Millions were vaccinated for no good reason. It is not even clear that the vaccine had a positive effect, because it was not clinically tested.

In my view, the WHO undertook an incomprehensible action, which cannot be justified by the scientific evidence. The Council of Europe should investigate this to see how WHO can undertake this kind of dangerous nonsense.

 

Dr Keiji Fukuda, Special Advisor on Pandemic Influenza to the Director-General, World Health Organisation (WHO):

There is much to learn about how the world can improve its handling of such events and a need to separate fact from rhetoric. Again, we welcome this opportunity. ‘Flu viruses mutate constantly and are notoriously unpredictable. History has shown that influenza pandemics can range enormously in their impact, but that it is impossible to accurately predict the eventual impact at the beginning. What is seen early may be very different from what has been experienced by the end. The 1918 influenza pandemic, which killed an estimated 50 million people worldwide, started with relatively mild waves of illness and then evolved into the most severe influenza pandemic in history. The new virus spread with unprecedented speed, reaching 120 countries and territories in about 8 weeks, and now has been reported from virtually all countries.

The H1N1 pandemic is not the same as seasonal influenza and differs in major respects. Large outbreaks occurred outside the usual season for influenza. The virus caused a striking and unusual pattern of severe illness and deaths in younger people, with many deaths caused by viral pneumonia, an especially aggressive form of pneumonia. This pattern is not typically seen during seasonal influenza.

The pandemic is not over, but to date, more than 14,000 laboratory confirmed deaths have been reported. We often see the number of deaths compared with figures from seasonal influenza. The is comparing apples with oranges. Deaths from seasonal influenza are based on statistical models. Deaths from the pandemic have been confirmed one by one through laboratory tests and unquestionably are much lower than the true number.

WHO takes seriously providing independent advice. The ‘flu pandemic policies and responses were not improperly influenced by the pharmaceutical industry. Co-operation with a range of partners, including the private sector, is necessary, but numerous safeguards are in place to avoid conflict of interest.

WHO is confident of the scientific validity of its recommendations. The labelling of the pandemic as "fake" is to ignore recent history and science and to trivialize the deaths of over 14,000 people and the many additional serious illnesses experienced by others.

 

Dr Luc Hessel, European Vaccine Manufacturers:

The EVM rejects this motion, particularly the accusation of inappropriate response of vaccine manufacturers in their response to H1N1. The vaccine industry did what it was asked to do. The industry’s role is to produce safe vaccines in a timely manner and respond to government’s requests. It is governed by stringent international health regulations and rigorous safeguards against conflict of interest. Decision-making regarding vaccine needs can only be based on the best available data at the time.

The industry responded quickly effectively and was able to deliver the vaccines ordered by governments. Our industry responded to requests from WHO and governments who wanted to have fast access to a large quantity of vaccines. It is too early to speculate on the overall return for the industry, but in my view the industry has been a responsible and reliable partner.

Pandemic vaccines were properly developed and tested – for the first time in history, vaccines were available shortly after the declaration of a pandemic. This was only possible thanks to a decade of research and development and 60 years of experience.

 

Professor Dr Ulrich Keil, Director of the WHO Collaborating Centre for Epidemiology at the University of Munster:

A number of scientists and others are questioning the decision of the WHO to declare an international pandemic. The H1N1 virus is not a new virus, but has been known to us for decades. The H1N1 vaccination campaign was stopped abruptly when it was realised that the effects were milder than anticipated. I am asking for a reconsideration of this pandemic announcement by the WHO.

In Germany, about 10,000 deaths are attributed to seasonal ‘flu, especially among older and frail people. Only a very small number of deaths, namely 187, can be attributed to the H1N1 virus in Germany – and many of those are dubious.

The Director General of WHO declared the H1N1 pandemic in June 2009, triggering a cascade of actions by individual countries who were prepared for this by the SARS and Avian ‘Flu scares.

We are witnesssing a gigantic misallocation of resources in terms of public health. Governments and public health services are wasting huge amounts of money in investing in pandemic diseases whose evidence base is weak.

 

Fonte: Council of Europe.

 



Na imprensa portuguesa, a monja beniditina catalã Teresa Forcades passou relativamente despercebida. Talvez apenas se tenha publicado este artigo, do Jornal de Notícias: 

Pregar contra a vacina do H1N1
A história de Teresa Forcades, freira beneditina catalã, doutorada em medicina

Teresa Forcades certamente não passou despercebida em outros países, onde porventura se valoriza mais o debate de ideias e a ciência. De qualquer forma, na sua pregação encontra alguns espinhos pelo caminho, como este pseudo-artigo do El País, que não contrapõe nada em matéria científica, apenas lança as coisas para o território das teorias da conspiração. E também a condenação da igreja, esse "himalaia de dogmas triunfantes", como não poderia deixar de ser. (veja este artigo).

Abaixo seguem-se alguns documentos com interesse. Veja também as várias palestras/entrevistas disponíveis aqui (RECOMENDADO).

Download: es141.pdf

Download: gripe_a.pdf

Download: NOALAVACUNACIONOBLIGATORIA.pdf



Vídeo: Ewa Kopacz (Health Minister of Poland): H1N1 Vaccine & Public Health

 

Vídeo: Polish Health Minister Ewa Kopacz about swine flu and vacine - 9/Nov/2009 - part 1/4

 

Vídeo: Polish Health Minister Ewa Kopacz about swine flu and vacine - 9/Nov/2009 - part 2/4

 

Vídeo: Polish Health Minister Ewa Kopacz about swine flu and vacine - 9/Nov/2009 - part 3/4

 

Vídeo: Polish Health Minister Ewa Kopacz about swine flu and vacine - 9/Nov/2009 - part 4/4



Vídeo: Hermana Teresa Forcades i Vila revela controversia sobre Vacuna contra Gripe

 

Vídeo: Teresa Forcades charla gripe A en Ciencia y Espíritu II, 22 nov 2009 parte 1

 

Vídeo: Teresa Forcades charla gripe A en Ciencia y Espíritu II, 22 nov 2009 parte 2

 

Vídeo: DEBATE ENTRE LA DRA. TERESA FORCADES Y EL DR. ANTONI TRILLA SOBRE LA GRIPE A EN CATALUNYA RÀDIO 09/10/2009

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No próximo dia 13 de Março (Sábado), A NutriScience vai organizar a conferência "Nutrição, Epigenética, Gravidez e Pós-Parto" dada pelo Prof. Dr. Doutor Frits Muskiet. Veja todos os detalhes do evento clicando aqui.

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  • emerson cardoso: Otimo artigo, muito bom mesmo. Eu traduzi o primeiro video no post em meu blog no qual voce comentou: http://www.anovaordemmundial.com/2009/09/epid
  • Daniel Oliveira: Gostei muito deste artigo,mas já agora agradecia que me informassem se os figos,as ameixas e os diospiros têm muita frutose e se são dos fruros que
  • Claryana: Mais uma vez ótimos artigos! Faz tempo que não comento aqui, mas visito quase todos os dias. Aproveito para desejar um bom 2010 e continue com es

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"As populações da Idade da Pedra tinham vidas mais saudáveis do que a maior parte do povo que surgiu imediatamente depois delas. Quanto a facilidades, como a boa alimentação, os divertimentos e os prazeres estéticos, os primitivos caçadores e recolectores de plantas gozavam de luxos que só os mais ricos dos nossos dias podem gozar" - Marvin Harris (1927-2001).

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