06 de Fevereiro, 2010
Ainda sobre a audição pública no Concelho da Europa, acerca da falsa pandemia de gripe A e da sua eventual associação com pressões dos lóbies vacineiros, uma selecção de momentos essenciais e breves comentários
Autor: O Primitivo. Categoria: Civilização| Mitos| Saúde
Vídeo: The Handling of the H1N1 Pandemic:
More Transparency Needed! (selected parts).
O vídeo acima, que vale a pena ver integralmente para entender como se montou a falsa pandemia de gripe A, contém uma selecção dos momentos, a meu ver, mais representativos da audição pública da Comissão de Saúde da Assembleia Parlamentar do Concelho da Europa, “The handling of the H1N1 pandemic: more transparency needed?”, realizada em 26/Jan/2010. Nesta sessão ficou claro, por inacreditável que possa ser, que não existe uma definição clara e inequívoca de pandemia. Ora, uma definição a que falte clareza e objectividade é conveniente a quem a queira manipular e daí extrair vantagens. É sabido que a OMS alterou a sua definição este ano, propositadamente para que pudesse declarar pandemia a 11/Jun/2009, um anúncio muito esperado pelas companhias farmacêuticas. E o Dr. Keiji Fukuda mostrou-se incapaz de defender a utilidade de uma definição de pandemia que passou a ignorar os critérios de severidade e virulência, antes escudando-se na nova definição, cuja autoria atribui a consultores cujas identidades, por supostas razões de privacidade, não podem ser conhecidas. Felizmente o discurso do Prof. Dr. Ulrich Keil é completamente esclarecedor, pelo que nem vale a pena estar a dizer muito mais. Eu pergunto-me somente se estas pessoas, que ainda acreditam que a pandemia de H1N1 (1918) poderia repetir-se hoje (excepto o Dr. Keil), alguma vez acreditariam, por exemplo, que níveis de colesterol em alta podem ser protectores contra doenças infecciosas e também níveis de vitamina D podem proteger contra muitas doenças da civilização, incluindo a gripe A. Não acredito de todo, até porque o próprio Prof. Dr. Ulrich Keil está a dizer que o colesterol é um dos grandes factores de risco para a saúde no mundo. Enfim, seguramente ninguém tem a verdade de todos os factos. Os textos integrais das várias intervenções podem ser obtidos acima. Vamos ver qual o resultado de mais esta comissão, a ver se consegue concluir alguma coisa.




